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Archive for Janeiro, 2010

Olha o que uma mente ociosa e nostálgica faz num dia sem graça e de muito calor: O rap do dekassegui.

Vo pro Japão, causar comoçao

De turista, paisagista

E o mais legal é que vo pegar geral!

Porque vo passear, me desnortear

Vo sem grampo, nada de trampo

E sem essas parada, tipo zangyo e nikotai

nada de “me faz um onegai?” (com voz de menininha)

É o rap do dekassegui

Que se deu bem e foi curtir

Ligou seu Skyline, caiu na nite

Foi no sunako e não ficou no vácuo.

Será que ponho o glossário ou dá pra entender assim? heh

Bem, por hoje é só. Em breve terei meu pc de volta. Aí voltamos com a corda toda.

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Enquanto meu note não volta do conserto #nuncacompremhp é hora de falar sobre o que vai acontecer aqui.

Filmes:

Sempre ao seu lado; Sherlock Holmes; Paper Heart; Zombieland; Julie and Julia; Summer Wars;

Séries:

HIMYM; Fringe

Quadrinhos:

O de sempre.

É sempre assim, né? Quando estamos no nosso pico sexual, não encontramos camisinhas. Eu quero escrever e tô sem PC em casa.

E me digam: Existe programa mais pobre e sem personalidade, tanto em sua formatação quanto na qualidade dos seus participantes, do que o Solitários, do SBT? Porra, gravado!! Sério!?

Já sei quem ganhou aquela porra. Não que eu fosse acompanhar.

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Acho que todo mundo na vida queria ter a coragem do Ted Mosby pra ficar dizendo “eu te amo” por aí sem o pesar negativo das três palavras mágicas. Ele é um cara romântico, mas que no mundo real não duraria dois minutos. Isso porque a maioria das pessoas reage exatamente como o resto dos seus amigos, negando o sentimento e fugindo de escanteio às primeiras sílabas da célebre frase, mesmo sabendo que é verdade e que a pessoa sente o mesmo.

Qualé a dessa reação completamente oposta que inunda nossas emoções de tal forma que tudo parece ficar claro, quando na verdade é uma grande e deslavada mentira? O fator Mosby é tão real que torna a série (e os outros personagens que fazem parte dela) muito mais interessantes que o próprio protagonista. Todo o suspense vai pro saco se os dois envolvidos não assumem ao mesmo tempo. Um assusta o outro e aí já era. Só voltam atrás quando um desencana e o outro se arrepende. É clichê, mas é real.

Por que tudo é tão complicado?

Não que isso tenha alguma coisa a ver com algum fato atual da minha vida ou da de algum conhecido, mas é algo que vive acontecendo, só as pessoas envolvidas diretamente não percebem. Achei legal registrar. This is not related.

O que é relacionado ao meu cotidiano atual é a questão do ciclo das coisas, que tudo acontece por algum motivo. Mas escrevo depois, porque não gosto desse teclado, não é o meu e me sinto desconfortável nele.

How I Met Your Mother é, de longe, uma das séries mais originais e bacanas que já assisti. Assim que termina-la, farei um post dedicado às – até então – suas cinco temporadas.

Obrigado à insistência e indicação do Dante e da @_Stella para começar a assistir e me tornar mais um doido em busca do hambúrguer perfeito. E sem desmerecer o brother, foi mais por culpa da Stella que eu comecei a ver, heh…

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Certas histórias de filmes fazem uma absurda referência à época em que são produzidas. Quer dizer, não no sentido de O Triunfo da Vontade, de Leni Riefenstahl, mas em sua carga pitoresca de significado. Aí eu posso citar os filmes de ninjas dos anos 80, que os escritores misturavam referências samurais com japonesas e até americanas, com exércitos e ex-fuzileiros navais cegos que ficam presos no Vietnã e aprendem o jeito dos nativos para sobreviver (?), a filosofia de treinamento de artes marciais iniciada com o metafórico aprendizado de Daniel San e até a mistureba de China-Japão que o The Last Dragon proporciona em suas quase 1h30 de filme. “Quem é o mestre, Leroy?”, lembra?

Será que tem em DVD no Brasil? Se não, vamos para a filantropia...

Tudo isso porque ontem eu tava vendo How I Met Your Mother e, enquanto o Marshal treina os infantes alunos da escolinha que a Lilly trabalha, aparece uma citação do Garoto do Futuro (Teen Wolf) durante a narração do Ted de 2030. E como aquele filme era bom. E ruim!!!

Um lobisomen que jogava basquete?! Só pode ser piada! E fez sucesso. Acho. Se bem me lembro, eu curtia aquele filme, mas só o primeiro, com o Michael J. Fox no papel principal. “Teen Wolf Too” acho que nem tive o desprazer de conhecer.

Enfim, era só isso que eu queria falar. E como foram de ano novo? O meu foi legal! Rendeu histórias e algumas teorias que farão parte de um livro guia para esse tipo de situação. Wait 4 it.

A especialidade do Teen Wolf eram as enterradas... COOL!

Ah, os anos 80…

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