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Archive for the ‘Random facts of life’ Category

A coisa que eu mais queria era atualizar o blog constantemente. Sério. Sem brincadeira. Não ria. De verdade. Pô, acredita ae!

Mas existem pedras no meu caminho, não só uma, como no caminho recitado em verso por um tiozinho aí. Tem Super Street Fighter IV, BlazBlue, The King of Fighters, Transformers (esse é pro trampo) e Red Dead Redemption. Aí vai sair BlazBlue novo, tem campeonato pra cobrir, pra organizar (opa, falo dele logo mais), KOF novo e por aí vai. É tudo “joguinho”, mas eu juro que trabalho com isso, então não posso evitar.

Se mangaká pode dar desculpa de videogame pra parar de desenhar, por que eu não posso fazer o mesmo?

(pouco modesto, me comparando a um desenhista… nem ganho 120 dólares por página… ainda)

Enfim, atualizações esporádicas por enquanto. Mas to sempre aqui, de olho no filhão.

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Essa é pra quem é fã de verdade. Dá uma olhada nessa foto e descobre da onde é…

Olha aí a mesa do mestre

A foto foi postada num fórum japonês de imagens e dispensa maiores comentários. Só espero que seja real. TEM QUE SER.

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Mashup musical que vale muito a pena ser visto. Não se assustem pela montagem da imagem de ilustração do vídeo do You Tube.

Musiquinha de primeira qualidade essa, viu. Aquele abraço pro @tengumaru que lembrou da minha pessoa na hora. E ele também escreve no Kotowari.

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Olha o que uma mente ociosa e nostálgica faz num dia sem graça e de muito calor: O rap do dekassegui.

Vo pro Japão, causar comoçao

De turista, paisagista

E o mais legal é que vo pegar geral!

Porque vo passear, me desnortear

Vo sem grampo, nada de trampo

E sem essas parada, tipo zangyo e nikotai

nada de “me faz um onegai?” (com voz de menininha)

É o rap do dekassegui

Que se deu bem e foi curtir

Ligou seu Skyline, caiu na nite

Foi no sunako e não ficou no vácuo.

Será que ponho o glossário ou dá pra entender assim? heh

Bem, por hoje é só. Em breve terei meu pc de volta. Aí voltamos com a corda toda.

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Certas histórias de filmes fazem uma absurda referência à época em que são produzidas. Quer dizer, não no sentido de O Triunfo da Vontade, de Leni Riefenstahl, mas em sua carga pitoresca de significado. Aí eu posso citar os filmes de ninjas dos anos 80, que os escritores misturavam referências samurais com japonesas e até americanas, com exércitos e ex-fuzileiros navais cegos que ficam presos no Vietnã e aprendem o jeito dos nativos para sobreviver (?), a filosofia de treinamento de artes marciais iniciada com o metafórico aprendizado de Daniel San e até a mistureba de China-Japão que o The Last Dragon proporciona em suas quase 1h30 de filme. “Quem é o mestre, Leroy?”, lembra?

Será que tem em DVD no Brasil? Se não, vamos para a filantropia...

Tudo isso porque ontem eu tava vendo How I Met Your Mother e, enquanto o Marshal treina os infantes alunos da escolinha que a Lilly trabalha, aparece uma citação do Garoto do Futuro (Teen Wolf) durante a narração do Ted de 2030. E como aquele filme era bom. E ruim!!!

Um lobisomen que jogava basquete?! Só pode ser piada! E fez sucesso. Acho. Se bem me lembro, eu curtia aquele filme, mas só o primeiro, com o Michael J. Fox no papel principal. “Teen Wolf Too” acho que nem tive o desprazer de conhecer.

Enfim, era só isso que eu queria falar. E como foram de ano novo? O meu foi legal! Rendeu histórias e algumas teorias que farão parte de um livro guia para esse tipo de situação. Wait 4 it.

A especialidade do Teen Wolf eram as enterradas... COOL!

Ah, os anos 80…

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Ando sumido. Verdade irrefurtável.

Mas veja bem, tenho motivos para isso: TCC (ou melhor, sua conclusão), Assassin’s Creed 2, Midnight Club LA, MGS4, Uncharted 2, Brütal Legend e isso pra ficar só nos games, não ir pros filmes.

E por isso, peço que, assim como todo brasileiro, nunca desista de mim. Posso ficar um tempão sem aparecer, mas a qualquer momento pode chegar um texto que vai abalar com seus alicerces. Mexer com todos os seus paradigmas. Te incentivar a fazer alguma coisa foda. Ou simplesmente arrancar umas risadas sinceras.

Enfim, eis cinco motivos pra você não desistir do meu blog:

1 – Tá vindo mais uma matéria especial, que nem a do Gurren Lagann. Acho que vão gostar.

2 – A ausência por causa dos filmes vai render boas dicas logo mais.

3 – Antes do fim do ano, especiais de férias, natal e ano novo.

4 – Viu como eu sou honesto? A posição de número 3 podia ter rendido três colocações no TOP. Então, minha honestidade acho que vale também.

5 – Como toda mídia oportunista digital que se preze, logo mais teremos – não sei porque o plural, sou só eu que faço essa merda – brindes e coleções de revistas para sorteio.

Tá vendo? Fim de ano na Globo é só alegria. Eu tenho coisa pra caramba pra colocar aqui. E acho que o principal motivo de eu não colocar ainda é porque esse calor infernal não me deixar escrever em paz. Ficar na frente do notebook é uma tortura.

Galera, vamos acreditar! Pra frente, BraZil!!!

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Pra quem não sabe, o nóia que escreve esse blog tá (tentando se formar) prestes a pegar o diploma do seu curso – de jornalismo – e acabou de passar por aquele período que todo estudante universitário passa na vida, o drama do TCC. Não é uma novela mexicana qualquer. Ela tem sua dose de drama, reviravoltas, brigas e intrigas, mas vai além, eu acho.

Não sei se poderia descrever com mais detalhes todas essas etapas da entrega de um TCC porque, sinceramente, não as passei. Estaria mentindo se dissesse que não estressei nadinha. Tive um momento de surto momentâneo, mas sanado rapidamente graças a ajuda de uma pessoinha aí, que me mostrou o lado bom de se formar e que era feio, muito feio desistir (mais uma vez). Enfim, entreguei e levei uma nota excelente, pra variar.

E o grupo, excepcional, no melhor sentido da palavra e sem duplo sentido. Todo mundo muito foda. Excelentes profissionais. Demos uma atrasadinha nos prazos, mas conseguimos terminar o documentário com maestria. Acho que ninguém se estressou. Mas se a resposta for positiva, podem descansar em paz. (heh)

Nosso tema? Um documentário sobre uma das maiores (senão a maior) bandas independentes do Brasil, as Velhas Virgens. Elaboramos um documentário jornalística puxado pro tipo perfil mostrando a banda, suas influências, letras polêmicas (quem aqui não conhece a “Abre essas pernas” ou “Buceta”?) e um pouco do mercado independente o qual fazem parte. O documentário tá pronto e só esperando uma sessão aberta ao público que seja à sua altura, ou seja, depois da meia noite, com público bêbado e que não tem preconceitos.

Enfim, o doc tá pronto, a banca é dia 23 de novembro e estão todos convidados.

E logo mais posto alguma coisa mais interessante e menos pessoal. Mas WTF, isso é um blog, certo? hehe Eu nunca disse que seria só de coisas interessantes.

Spoiler: O próximo post pode ser eu chorando pitangas. Não estranhem.

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