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Como o próprio título diz, esse texto serve para explicar que isso que virá a seguir, não é um review do filme Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino, diretor de Cães de Aluguel, Pulp Fiction e Kill Bill, entre outros.

Mas como eu ia dizendo, eu não vou falar como o filme é bacana, como ele explora bem esse lance de vingança que todo mundo comenta nos textos espalhados pela internet e como Brad Pitt mandou bem no papel principal. Ou quase, não sei porque não vi.

Eu também lembrei que eu não vou falar como só o Quentin Tarantino consegue utilizar um monte de cenas clichês, diálogos banais e transformar tudo em arte. Coisa chique, criticada cordialmente por todos os especialistas em cinema, sejam eles da TV, de revistas ou jornais. Me diz quem em sã consciência diria que Kill Bill é uma explosão de criatividade se fosse feito por um chinês louco aí da subdivisão dos filmes C de artes marciais? Eu não posso falar essas coisas porque não assisti Bastardos Inglórios ainda e não poderia montar uma comparação coerente apenas conhecendo um lado da moeda.

Lembrei de mais uma coisa que esse texto não é: uma desculpa para preencher o espaço vazio do blog depois do review do primeiro capítulo de Fairy Tail, que rendeu boas visitas.

Aliás, obrigado pelas visitas diárias, semanais, quinzenais e mensais. Estou muito feliz de olhar os números de visitação e constatar que consegui levar meus escritos pra tantas pessoas. Não falarei em números porque não é legal se gabar disso assim, na cara dura. Mas putz, tem bastante gente olhando e isso é legal!

Se eu começar a escrever um livro aqui, será que rende igual, ou as pessoas só querem saber de Fairy Tail?

Fairy-Tail-Anime-01

E chegou o dia 12 de outubro. Parece que foi ontem que Hiro Mashima publicava o último capítulo de Groove Adventures Rave e, logo na edição seguinte começava sua nova obra, novamente voltada para o mundo da magia, com espadas, batalhas épicas e personagens singulares. E o Puu. E desde 2007, toda vez que chegávamos em outubro, vinha aquele pensamento “Será que é esse ano que vem o anime de FT”? Bem, pelo menos esperaram 17 volumes para começar.

E valeu a pena.

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Dia das Crianças

Lembro que o dia de hoje era uma data tão esperada quanto o Natal. Tá, a comida não era tão boa, mas na época o que mais importava era que não precisávamos esperar até a meia-noite ou a manhã do dia seguinte pra abrirmos nossos presentes. O esquema era fingir que comia seus legumes – ou qualquer outra coisa que colocassem em nossos pratos – e correr pro abraço. Ou melhor, pra abraçar nossos presentes.

Tamanho era documento, sim senhor. Quanto maior a caixa, maiores as nossas chances de ganharmos um dos brinquedos do momento. E eles eram, na ordem: Autorama, Ferrorama, bicicleta e alguma boneca (nem vou saber especificar qual). “E o videogame?”, você pode perguntar, caso conheça meu background. Não, o videogame não fazia parte tão profunda na minha vida até então. Meu pai tinha, mas não deixava eu jogar muito. E eu nem ligava. Um Autorama era algo divertido demais, só estando lá pra saber.

É lógico que um ou dois anos depois começamos a prestar uma atenção maior nesses eletrônicos que a igreja adora jogar na fogueira. É que nem quando passamos a reparar nas meninas. Depois que isso acontece não tem mais volta. E quando juntava videogame, meninas e escuro? Tá, é mentira isso, nunca aconteceu. Mas pensem…

Meu pai deveria se sentir um cara de sorte. Ele nem gastava tanto com brinquedo. Eu gostava dos G.I. Joe, que não eram caros, He-Man e Thundercats – mais um ou outro -, que nem eram caros, se comparados com um console da nova geração, um PC top de linha pra não ter lag no Orkut e MSN ou algum veículo motorizado eletricamente.

E quando eu era um pivete – mais – ingênuo, jurava que aos meus 30 anos seria um tipo de cientista, arqueólogo ou até mesmo um policial (pra usar estrela no colete e chapéu de couro). O chapéu também aparecia em todas as fantasias, provavelmente culpa do Sr. Indiana Jones e seus filmes. Cara, eu sabia cavar na terra, vivia procurando tesouros no jardim, era a profissão perfeita porque eu já a exercia! O tempo passou e depois de tanto bater a cabeça em caminhos obtusos, descobri que eu gostava de escrever. Demorou, mas cá estou eu.

Espero que todas as crianças que eu conheço (porque eu nem gosto das que eu não conheço, a não ser que sejam bem pequeninas, não aqueles pré-adolescentes chatos) ganhem o que pediram. Ou ganhem algo melhor, que estimule seu caráter e as faça crescer uma pessoa melhor. Vai ser um presente pé no saco, hahaha, mas lááá pra frente você vai agradecer alguém.

E nossa, foi só ver a fotinha do Tomcat dos Comandos em Ação que eu lembrei que ainda quero essa merda desesperadamente!

Feliz Dia das Crianças pra todo mundo. Principalmente para os que ainda não o deixaram de ser.

Melhor notícia pra uma sexta-feira véspera de feriado não poderia ser outra, senão essa: o site oficial de Fairy Tail da TV Tokyo disponibilizou, na seção ‘movie’ de seu site, um novo trailer de longa duração cheio de spoilers. Praticamente todo o clímax do primeiro episódio foi exposto nesse novo vídeo.

Enfim, tá muito legal! E segunda-feira é o dia D. Ou seria Dia “F”?

Edit 1:

Ps.: O link vai abrir o seu player de vídeo, mas não é culpa minha. O site da Tv Tokyo que ‘mandou’ fazer assim. Eu tentei fazer download do vídeo, mas bem, acho que sou bom só com o wordpad…

Edit 2:

A música que toca ao fundo é MUITO legal! Provavelmente será a primeira abertura! COOL!

Finalmente, o primeiro promo vídeo do anime de Fairy Tail, que vai estreiar dia 12 de outubro!

Parece que a coisa ficou boa (não gostei muito da voz da Lucy, mas…)

Sem mais,

Ponto de vista

Dignidade é um conceito interessante, né? Passamos a vida dizendo que temos uma, mas para quê? Pra sofrer por uma escolha errada, pra fingirmos que estamos bem com nós mesmos, pra mantermos a cabeça erguida, né?

Chegar e falar “Vivi minha vida inteira com dignidade”. E daí? Foi uma vida melhor e divertida ou puramente dolorida por causa do seu orgulho tolo em se manter digno ante quaisquer adversidades que possam vir a nublar seu horizonte? Não acredito em Deus, nem que vá ter coisa melhor depois que morrer, então, pra que sofrer agora?

Pro caralho com a dignidade, é o que eu penso hoje. Um conceito imbecil, que nasce da cabeça de cada um, afinal, todos temos uma maneira diferente de nos sentirmos dignos e nunca ligamos para que os outros pensam (uma grande mentira essa também, mas tudo bem).

Eu não tô puto com a minha dignidade. Tampouco com a sua ou a de qualquer pessoa. Mas fico deveras enraivecido com a dignidade imposta por donos de animais que são a favor da eutanásia. Puta assunto random, mas é só hoje. E eu nem vou me alongar muito porque não tô com pique pra isso. Só digo que não acho nem um pouco justo julgar a dignidade de um animal que está ali, mesmo que sofrendo, vivendo todos os seus dias, um de cada vez. Sem reclamar, abanando o rabo quando vê seu dono e feliz, pois não sofrem dos agouros da consciência (porque são puros de coração). Mesmo sofrendo, não é um martírio para o animal continuar respirando. Isso é apenas o caminho que a natureza lhe oferece.

Eu já fui complacente com essa merda e vocês não tem idéia de como eu me odeio por isso.

Ps.: E eu menti. Também estou puto com a minha dignidade. E orgulho, óbvio.
E eu tenho dois rascunhos prontos pra serem publicados, mas só no fim de semana. A de agora, fica às moscas, infelizmente.

Não que Pokemon, Cavaleiros do Zodíaco e similares não possuam suas histórias absurdas – onde já se viu colocar bichinhos pra brigar sem ter a polícia e nem a Associação Protetora dos Animais no seu encalço, ou mesmo um cara de armadura tosca querer salvar o mundo. Mas existem histórias que vão além da falta de noção, sempre permeando a tênue linha entre a genialidade e a alopração total.

Depois do clique, cinco clássicos da falta de noção.

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É isso mesmo. Ia colocar hoje, mas resolvi deixar para amanhã.

Eu ia reclamar da falta de tempo, mas me senti como os mangakás durante os free talks. Muita prepotência me comparar à pessoas tão importantes, que fazem das nossas sexta-feiras um dia mais legal (pelo menos via scan…). E por enquanto é isso, bora trabalhar.

E jogar. Vai um Blazblue, KOFXII ou SFIV aí? (só via PSN)

HNK1

Essa semana eu assisti (finalmente) o último filme da pentalogia de Hokuto no Ken: Kenshiro Den. O filme completa um ciclo iniciado em 2006, com dois longa metragens e dois OVA’s em seu currículo. A pentalogia de filmes engloba os principais acontecimentos de Kenshiro em sua jornada para a salvação do mundo e também alguns aspectos particulares vistos através da perspectiva de outros personagens, Raoh, Toki e Yuria.

E é tão legal quanto os outros? Lê aí, depois do clique! Yachoooooo!!

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Noticiazinha de último segundo, passada em primeira mão pelo camarada Mr. Bushido – que buscou lá no Manga Helpers -, duas novas imagens dos personagens em estilo anime de Fairy Tail. Ao que parece, são quatro páginas com informações sobre o próximo hit do verão, escaneadas diretamente de uma Animage (ou alguma revista semelhante). Tem texto pra caramba, não tô com saco de ler porque estou fazendo um review agorinha, então, fiquem com as imagens.

(o texto conta um pouco da história do anime, introduz os personagens principais e tem uma entrevista, ali embaixo, no segundo scan, que não deu pra ver com quem é…)

O Grey ficou bem mais legal agora. E olha pros peitos da Lucy! ABSURDO!

O Grey ficou bem mais legal agora. E olha pros peitos da Lucy! ABSURDO!

A cruz que o Grey carrega no pescoço é a Rave Master da série anterior do Hiro Mashima!

A cruz que o Grey carrega no pescoço é a espada do Haru, de Rave, série anterior do Hiro Mashima!

Se quiserem as imagens em tamanho maior, só clicar aqui.

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