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Fatos são fatos

Acho que todo mundo na vida queria ter a coragem do Ted Mosby pra ficar dizendo “eu te amo” por aí sem o pesar negativo das três palavras mágicas. Ele é um cara romântico, mas que no mundo real não duraria dois minutos. Isso porque a maioria das pessoas reage exatamente como o resto dos seus amigos, negando o sentimento e fugindo de escanteio às primeiras sílabas da célebre frase, mesmo sabendo que é verdade e que a pessoa sente o mesmo.

Qualé a dessa reação completamente oposta que inunda nossas emoções de tal forma que tudo parece ficar claro, quando na verdade é uma grande e deslavada mentira? O fator Mosby é tão real que torna a série (e os outros personagens que fazem parte dela) muito mais interessantes que o próprio protagonista. Todo o suspense vai pro saco se os dois envolvidos não assumem ao mesmo tempo. Um assusta o outro e aí já era. Só voltam atrás quando um desencana e o outro se arrepende. É clichê, mas é real.

Por que tudo é tão complicado?

Não que isso tenha alguma coisa a ver com algum fato atual da minha vida ou da de algum conhecido, mas é algo que vive acontecendo, só as pessoas envolvidas diretamente não percebem. Achei legal registrar. This is not related.

O que é relacionado ao meu cotidiano atual é a questão do ciclo das coisas, que tudo acontece por algum motivo. Mas escrevo depois, porque não gosto desse teclado, não é o meu e me sinto desconfortável nele.

How I Met Your Mother é, de longe, uma das séries mais originais e bacanas que já assisti. Assim que termina-la, farei um post dedicado às – até então – suas cinco temporadas.

Obrigado à insistência e indicação do Dante e da @_Stella para começar a assistir e me tornar mais um doido em busca do hambúrguer perfeito. E sem desmerecer o brother, foi mais por culpa da Stella que eu comecei a ver, heh…

Certas histórias de filmes fazem uma absurda referência à época em que são produzidas. Quer dizer, não no sentido de O Triunfo da Vontade, de Leni Riefenstahl, mas em sua carga pitoresca de significado. Aí eu posso citar os filmes de ninjas dos anos 80, que os escritores misturavam referências samurais com japonesas e até americanas, com exércitos e ex-fuzileiros navais cegos que ficam presos no Vietnã e aprendem o jeito dos nativos para sobreviver (?), a filosofia de treinamento de artes marciais iniciada com o metafórico aprendizado de Daniel San e até a mistureba de China-Japão que o The Last Dragon proporciona em suas quase 1h30 de filme. “Quem é o mestre, Leroy?”, lembra?

Será que tem em DVD no Brasil? Se não, vamos para a filantropia...

Tudo isso porque ontem eu tava vendo How I Met Your Mother e, enquanto o Marshal treina os infantes alunos da escolinha que a Lilly trabalha, aparece uma citação do Garoto do Futuro (Teen Wolf) durante a narração do Ted de 2030. E como aquele filme era bom. E ruim!!!

Um lobisomen que jogava basquete?! Só pode ser piada! E fez sucesso. Acho. Se bem me lembro, eu curtia aquele filme, mas só o primeiro, com o Michael J. Fox no papel principal. “Teen Wolf Too” acho que nem tive o desprazer de conhecer.

Enfim, era só isso que eu queria falar. E como foram de ano novo? O meu foi legal! Rendeu histórias e algumas teorias que farão parte de um livro guia para esse tipo de situação. Wait 4 it.

A especialidade do Teen Wolf eram as enterradas... COOL!

Ah, os anos 80…

Terrinha bonita, parece o Horto...

Uma história tão comum, não tem porque as pessoas chamarem Avatar de obra prima a não ser pela sua qualidade técnica, impressionante, de fato. De resto, é um apanhado de Coração Valente, Dança com Lobos e O Último Samurai. Porra se não é!
Lá vai o soldado realizar uma missão de campo, conhecer os nativos e espionar para os militares que, no caso, trabalham como mercenários para uma grande corporação que visa a exploração do mineral da terra. Aí soldado conhece os costumes, aprende a viver em harmonia com a natureza e começa a divagar se seus verdadeiros objetivos são nobres o suficiente. Aí, para piorar, o soldado, inválido em sua sociedade, é condecorado como um guerreiro pelos nativos e assume um papel importante naquela sociedade, pacífica, porém com grandes guerreiros para protegê-la.
Não é querendo difamar o fime, afinal a fórmula rendeu bons sucessos no cinema. Só que afirmar originalidade ali é um passo além da perna de qualquer crítico. Carisma? Todos os Na’Vi possuem, fato. Valentão que não aceita o “gaijin”? Check. Garota por quem o herói se apaixona? Check. Comandante inescrupuloso que não mede esforços para atingir seus objetivos? Check. Lenda de um cara foda que vira realidade nas mãos do estrangeiro? Check. Tá lá, tudinho. Os roteiristas leram o manual direitinho e James Cameron aprovou.
Uma coisa que eu preciso falar, é que eu nunca tinha ido à uma sessão em IMAX 3D. Cara, é fantástico. É tipo estar dentro do filme. É muito legal. Sabe o que faltou? O calor das cinzas caindo no meu colo, ou a baba dos urros grotescos dos bichos que apareciam e gostavam de mostrar os dentes para a platéia. E nada de óculos vermelho e azul, cenas picaretas de objetos vindo em nossa direção, montanhas russas e afins. Cara, o cinema 3D me surpreendeu de um modo inesperado. O sorriso ficava lá, na minha cara, não queria sair de jeito nenhum. As cabines dos veículos, as telas holográficas dos computadores, as conversas entre os personagens, a água, a terra, tudo parecia estar ali na frente, a um esticar de braços, na ponta dos dedos. Tô impressionado até agora. Todas as salas 3D funcionam como o IMAX? Ou aquela sensação de estar lá mesmo só era possível por causa da tela enorme (que vai do chão ao teto) e pela minha distância (fileira F, a melhor para se estar), que deixava minha visão periférica à mercê da magia da sala, impedindo uma panorâmica maior da situação *ver o cinema todo*, retirando por completo essa sensação?
E os trailers? Aquele Alice no País das Maravilhas, do Tim Burton (eca), em 3D, sem dúvida eu quero ver. E o Como Treinar seu Dragão? Hahaha, tá na lista também. Não sei se o salário vai dar conta de tanta sessã em IMAX, mas vamo que vamo.
Foi uma experiência fantástica e que deveria fazer as salas de cinema convencional se perguntarem “Tá, eu quero um, quanto custa?”, porque veja bem, não dá pra uma cidade do tamanho de São Paulo, cheia de nerds e aficcionados por cinema, brigarem à tapas (virtuais) por um ingresso de 30 reais para uma sessão três dias adiante do dia da compra.
Enfim, Avatar foi ducaralho, mas grande parte do tesão é derivado da tecnologia em que ele foi concebido. Eu ainda prefiro os Tatankas dos Sioux. Eram eles, né?
PS.: Por que as pessoas ficam na fila em cinema com cadeira numerada?
Sou um caipira total de cinema 3D.

Olha, eu queria dizer que... não, melhor não...

Olha, sei que eu tinha comentado uma vez que essa coluna semana era meio cansativa, ainda mais com os autores entregando capítulos semanais tão xumbregas. Mas o Naruto dessa semana merece. Ah, merece.

Ainda mais porque Naruto completa 10 anos e todo mundo tá festejando. Os fãs mais novos porque o consideram o ninja perfeito, já os mais velhos porque agora falta pouco pra acabar. Acho que quem tá mais feliz mesmo é Masashi Kishimito, autor da obra, que tá ganhando MUITA grana com seus personagens, de camisetas à camisinhas, pães de melão à lamens autografados. E todo mundo tá comendo a massinha de peixe rosada.

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Como os texto de natal não estão prontos, resolvi voltar à ativa falando sobre um mangá que tá aí tentando emplacar há 10 anos. Há quem diga que os ninjas de Konoha Gakure já ultrapassaram os Guerreiros Z em popularidade, mas não existe uma pessoa na Terra que fale sobre Naruto sem citar Dragon Ball. Então acho que a resposta está bem clara, não é?

Naruto completa 10 anos agora e uma série de especiais já estão dando as caras no Japão. Jogos especiais (aquele de Wii que no próximo post eu falo um pouquinho), longas metragens, especiais para televisão e é claro, revistas. Hoje eu vou mostrar pra vocês os scans do livro Official Premium Fanbook, de Naruto.

Mas não é ele todo, claro. Só a parte que interessa, as homenagens dos autores da Jump para o ninja cor de laranja que esqueceu a principal qualidade de um guerreiro das sombras: mesclar-se com elas…

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Ando sumido. Verdade irrefurtável.

Mas veja bem, tenho motivos para isso: TCC (ou melhor, sua conclusão), Assassin’s Creed 2, Midnight Club LA, MGS4, Uncharted 2, Brütal Legend e isso pra ficar só nos games, não ir pros filmes.

E por isso, peço que, assim como todo brasileiro, nunca desista de mim. Posso ficar um tempão sem aparecer, mas a qualquer momento pode chegar um texto que vai abalar com seus alicerces. Mexer com todos os seus paradigmas. Te incentivar a fazer alguma coisa foda. Ou simplesmente arrancar umas risadas sinceras.

Enfim, eis cinco motivos pra você não desistir do meu blog:

1 – Tá vindo mais uma matéria especial, que nem a do Gurren Lagann. Acho que vão gostar.

2 – A ausência por causa dos filmes vai render boas dicas logo mais.

3 – Antes do fim do ano, especiais de férias, natal e ano novo.

4 – Viu como eu sou honesto? A posição de número 3 podia ter rendido três colocações no TOP. Então, minha honestidade acho que vale também.

5 – Como toda mídia oportunista digital que se preze, logo mais teremos – não sei porque o plural, sou só eu que faço essa merda – brindes e coleções de revistas para sorteio.

Tá vendo? Fim de ano na Globo é só alegria. Eu tenho coisa pra caramba pra colocar aqui. E acho que o principal motivo de eu não colocar ainda é porque esse calor infernal não me deixar escrever em paz. Ficar na frente do notebook é uma tortura.

Galera, vamos acreditar! Pra frente, BraZil!!!

Pra quem não sabe, o nóia que escreve esse blog tá (tentando se formar) prestes a pegar o diploma do seu curso – de jornalismo – e acabou de passar por aquele período que todo estudante universitário passa na vida, o drama do TCC. Não é uma novela mexicana qualquer. Ela tem sua dose de drama, reviravoltas, brigas e intrigas, mas vai além, eu acho.

Não sei se poderia descrever com mais detalhes todas essas etapas da entrega de um TCC porque, sinceramente, não as passei. Estaria mentindo se dissesse que não estressei nadinha. Tive um momento de surto momentâneo, mas sanado rapidamente graças a ajuda de uma pessoinha aí, que me mostrou o lado bom de se formar e que era feio, muito feio desistir (mais uma vez). Enfim, entreguei e levei uma nota excelente, pra variar.

E o grupo, excepcional, no melhor sentido da palavra e sem duplo sentido. Todo mundo muito foda. Excelentes profissionais. Demos uma atrasadinha nos prazos, mas conseguimos terminar o documentário com maestria. Acho que ninguém se estressou. Mas se a resposta for positiva, podem descansar em paz. (heh)

Nosso tema? Um documentário sobre uma das maiores (senão a maior) bandas independentes do Brasil, as Velhas Virgens. Elaboramos um documentário jornalística puxado pro tipo perfil mostrando a banda, suas influências, letras polêmicas (quem aqui não conhece a “Abre essas pernas” ou “Buceta”?) e um pouco do mercado independente o qual fazem parte. O documentário tá pronto e só esperando uma sessão aberta ao público que seja à sua altura, ou seja, depois da meia noite, com público bêbado e que não tem preconceitos.

Enfim, o doc tá pronto, a banca é dia 23 de novembro e estão todos convidados.

E logo mais posto alguma coisa mais interessante e menos pessoal. Mas WTF, isso é um blog, certo? hehe Eu nunca disse que seria só de coisas interessantes.

Spoiler: O próximo post pode ser eu chorando pitangas. Não estranhem.

Como o próprio título diz, esse texto serve para explicar que isso que virá a seguir, não é um review do filme Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino, diretor de Cães de Aluguel, Pulp Fiction e Kill Bill, entre outros.

Mas como eu ia dizendo, eu não vou falar como o filme é bacana, como ele explora bem esse lance de vingança que todo mundo comenta nos textos espalhados pela internet e como Brad Pitt mandou bem no papel principal. Ou quase, não sei porque não vi.

Eu também lembrei que eu não vou falar como só o Quentin Tarantino consegue utilizar um monte de cenas clichês, diálogos banais e transformar tudo em arte. Coisa chique, criticada cordialmente por todos os especialistas em cinema, sejam eles da TV, de revistas ou jornais. Me diz quem em sã consciência diria que Kill Bill é uma explosão de criatividade se fosse feito por um chinês louco aí da subdivisão dos filmes C de artes marciais? Eu não posso falar essas coisas porque não assisti Bastardos Inglórios ainda e não poderia montar uma comparação coerente apenas conhecendo um lado da moeda.

Lembrei de mais uma coisa que esse texto não é: uma desculpa para preencher o espaço vazio do blog depois do review do primeiro capítulo de Fairy Tail, que rendeu boas visitas.

Aliás, obrigado pelas visitas diárias, semanais, quinzenais e mensais. Estou muito feliz de olhar os números de visitação e constatar que consegui levar meus escritos pra tantas pessoas. Não falarei em números porque não é legal se gabar disso assim, na cara dura. Mas putz, tem bastante gente olhando e isso é legal!

Se eu começar a escrever um livro aqui, será que rende igual, ou as pessoas só querem saber de Fairy Tail?

Fairy-Tail-Anime-01

E chegou o dia 12 de outubro. Parece que foi ontem que Hiro Mashima publicava o último capítulo de Groove Adventures Rave e, logo na edição seguinte começava sua nova obra, novamente voltada para o mundo da magia, com espadas, batalhas épicas e personagens singulares. E o Puu. E desde 2007, toda vez que chegávamos em outubro, vinha aquele pensamento “Será que é esse ano que vem o anime de FT”? Bem, pelo menos esperaram 17 volumes para começar.

E valeu a pena.

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Dia das Crianças

Lembro que o dia de hoje era uma data tão esperada quanto o Natal. Tá, a comida não era tão boa, mas na época o que mais importava era que não precisávamos esperar até a meia-noite ou a manhã do dia seguinte pra abrirmos nossos presentes. O esquema era fingir que comia seus legumes – ou qualquer outra coisa que colocassem em nossos pratos – e correr pro abraço. Ou melhor, pra abraçar nossos presentes.

Tamanho era documento, sim senhor. Quanto maior a caixa, maiores as nossas chances de ganharmos um dos brinquedos do momento. E eles eram, na ordem: Autorama, Ferrorama, bicicleta e alguma boneca (nem vou saber especificar qual). “E o videogame?”, você pode perguntar, caso conheça meu background. Não, o videogame não fazia parte tão profunda na minha vida até então. Meu pai tinha, mas não deixava eu jogar muito. E eu nem ligava. Um Autorama era algo divertido demais, só estando lá pra saber.

É lógico que um ou dois anos depois começamos a prestar uma atenção maior nesses eletrônicos que a igreja adora jogar na fogueira. É que nem quando passamos a reparar nas meninas. Depois que isso acontece não tem mais volta. E quando juntava videogame, meninas e escuro? Tá, é mentira isso, nunca aconteceu. Mas pensem…

Meu pai deveria se sentir um cara de sorte. Ele nem gastava tanto com brinquedo. Eu gostava dos G.I. Joe, que não eram caros, He-Man e Thundercats – mais um ou outro -, que nem eram caros, se comparados com um console da nova geração, um PC top de linha pra não ter lag no Orkut e MSN ou algum veículo motorizado eletricamente.

E quando eu era um pivete – mais – ingênuo, jurava que aos meus 30 anos seria um tipo de cientista, arqueólogo ou até mesmo um policial (pra usar estrela no colete e chapéu de couro). O chapéu também aparecia em todas as fantasias, provavelmente culpa do Sr. Indiana Jones e seus filmes. Cara, eu sabia cavar na terra, vivia procurando tesouros no jardim, era a profissão perfeita porque eu já a exercia! O tempo passou e depois de tanto bater a cabeça em caminhos obtusos, descobri que eu gostava de escrever. Demorou, mas cá estou eu.

Espero que todas as crianças que eu conheço (porque eu nem gosto das que eu não conheço, a não ser que sejam bem pequeninas, não aqueles pré-adolescentes chatos) ganhem o que pediram. Ou ganhem algo melhor, que estimule seu caráter e as faça crescer uma pessoa melhor. Vai ser um presente pé no saco, hahaha, mas lááá pra frente você vai agradecer alguém.

E nossa, foi só ver a fotinha do Tomcat dos Comandos em Ação que eu lembrei que ainda quero essa merda desesperadamente!

Feliz Dia das Crianças pra todo mundo. Principalmente para os que ainda não o deixaram de ser.

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