Como o próprio título diz, esse texto serve para explicar que isso que virá a seguir, não é um review do filme Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino, diretor de Cães de Aluguel, Pulp Fiction e Kill Bill, entre outros.
Mas como eu ia dizendo, eu não vou falar como o filme é bacana, como ele explora bem esse lance de vingança que todo mundo comenta nos textos espalhados pela internet e como Brad Pitt mandou bem no papel principal. Ou quase, não sei porque não vi.
Eu também lembrei que eu não vou falar como só o Quentin Tarantino consegue utilizar um monte de cenas clichês, diálogos banais e transformar tudo em arte. Coisa chique, criticada cordialmente por todos os especialistas em cinema, sejam eles da TV, de revistas ou jornais. Me diz quem em sã consciência diria que Kill Bill é uma explosão de criatividade se fosse feito por um chinês louco aí da subdivisão dos filmes C de artes marciais? Eu não posso falar essas coisas porque não assisti Bastardos Inglórios ainda e não poderia montar uma comparação coerente apenas conhecendo um lado da moeda.
Lembrei de mais uma coisa que esse texto não é: uma desculpa para preencher o espaço vazio do blog depois do review do primeiro capítulo de Fairy Tail, que rendeu boas visitas.
Aliás, obrigado pelas visitas diárias, semanais, quinzenais e mensais. Estou muito feliz de olhar os números de visitação e constatar que consegui levar meus escritos pra tantas pessoas. Não falarei em números porque não é legal se gabar disso assim, na cara dura. Mas putz, tem bastante gente olhando e isso é legal!
Se eu começar a escrever um livro aqui, será que rende igual, ou as pessoas só querem saber de Fairy Tail?






