Acho que todo mundo na vida queria ter a coragem do Ted Mosby pra ficar dizendo “eu te amo” por aí sem o pesar negativo das três palavras mágicas. Ele é um cara romântico, mas que no mundo real não duraria dois minutos. Isso porque a maioria das pessoas reage exatamente como o resto dos seus amigos, negando o sentimento e fugindo de escanteio às primeiras sílabas da célebre frase, mesmo sabendo que é verdade e que a pessoa sente o mesmo.
Qualé a dessa reação completamente oposta que inunda nossas emoções de tal forma que tudo parece ficar claro, quando na verdade é uma grande e deslavada mentira? O fator Mosby é tão real que torna a série (e os outros personagens que fazem parte dela) muito mais interessantes que o próprio protagonista. Todo o suspense vai pro saco se os dois envolvidos não assumem ao mesmo tempo. Um assusta o outro e aí já era. Só voltam atrás quando um desencana e o outro se arrepende. É clichê, mas é real.
Por que tudo é tão complicado?
Não que isso tenha alguma coisa a ver com algum fato atual da minha vida ou da de algum conhecido, mas é algo que vive acontecendo, só as pessoas envolvidas diretamente não percebem. Achei legal registrar. This is not related.
O que é relacionado ao meu cotidiano atual é a questão do ciclo das coisas, que tudo acontece por algum motivo. Mas escrevo depois, porque não gosto desse teclado, não é o meu e me sinto desconfortável nele.
How I Met Your Mother é, de longe, uma das séries mais originais e bacanas que já assisti. Assim que termina-la, farei um post dedicado às – até então – suas cinco temporadas.
Obrigado à insistência e indicação do Dante e da @_Stella para começar a assistir e me tornar mais um doido em busca do hambúrguer perfeito. E sem desmerecer o brother, foi mais por culpa da Stella que eu comecei a ver, heh…








